Guia digital para terapeutas
Manual de Bolso da Psicofarmacologia
O remédio pode mudar como o paciente aparece na sessão.
A questão é saber perceber quando isso está acontecendo.
24 fichas por medicação. 10 campos cada. Feito para o consultório da terapeuta.
PDF digital · acesso imediato
Manual de Psicofarmacologia
Ficha · Escitalopram (Lexapro)
Antidepressivo, ISRS
Relatos frequentes
“Estou sem sentir nada” / “Fiquei apático”
Alerta amarelo
Embotamento emocional após 3–4 semanas de uso
Alerta vermelho
Agitação intensa, insônia crescente e impulsividade
24
fichas
10
campos cada
Dra. Tatiana Gontijo
Médica · Psiquiatria em formação
O paciente diz "estou estranho", e você não sabe por onde começar.
Pode ser o processo terapêutico, adaptação ao remédio novo ou um sinal que merece atenção. Sem referência, não tem como distinguir.
A terapia estava andando. Ele trocou de medicação. Tudo parou.
Você não sabe se é resistência emocional, efeito sedativo ou embotamento, e não quer fazer afirmação sem base clínica.
Ele parece "controlado", mas parece apagado.
Você não sabe se é adaptação esperada ou embotamento. E não sabe que perguntas fazer para entender o que está acontecendo.
Você não precisa aprender a prescrever.
Você precisa aprender a perceber o que a medicação muda
na forma como o paciente aparece.
Quase nenhuma formação de terapeuta ensina isso. O Manual de Bolso traduz a farmacologia para a linguagem do setting terapêutico.
O que vem dentro
24 fichas diretas para quando a medicação entra na clínica.
Cada ficha cobre uma medicação específica, com os efeitos que mais aparecem em sessão e quando levar ao psiquiatra.
24 fichas por medicação
as mais prescritas em saúde mental no Brasil
10 campos por ficha
relatos do paciente, o que confunde, perguntas úteis, alertas
Frases clínicas de reconhecimento
para nomear o que você já percebe
Alertas amarelos e vermelhos
com instrução de ação clara para cada nível
Cuidado ético por ficha
o que observar e o que não é seu papel, sempre explicitado
Estrutura das fichas
10 campos por medicação. Tudo que você precisa, sem o que não é seu papel.
Nome comercial e genérico
Classe farmacológica
Usos clínicos comuns
Relatos frequentes de pacientes
O que pode confundir a leitura clínica
Perguntas úteis para investigar
Alerta amarelo, alinhar com psiquiatra
Alerta vermelho, tratar como urgência
Frase clínica de reconhecimento
Cuidado ético, o que não é seu papel
Medicações abordadas
As 24 mais prescritas em saúde mental no Brasil.
Antidepressivos
8 fichas
Escitalopram, Sertralina, Fluoxetina, Venlafaxina, Duloxetina, Bupropiona, Mirtazapina, Trazodona
Benzodiazepínicos e ansiolíticos
4 fichas
Clonazepam, Alprazolam, Diazepam, Buspirona
Estabilizadores de humor
4 fichas
Lítio, Lamotrigina, Valproato, Carbamazepina
Antipsicóticos
5 fichas
Quetiapina, Risperidona, Olanzapina, Aripiprazol, Haloperidol
Estimulantes e hipnóticos
3 fichas
Metilfenidato, Lisdexanfetamina, Zolpidem
Para quem é
Você já percebe muita coisa.
O manual te ensina a nomear.
Você atende pacientes em uso de medicação psiquiátrica
Já ficou em dúvida se o que apareceu na sessão era do processo ou da medicação
Quer fazer perguntas melhores e observações mais precisas
Não busca aprender a prescrever, busca aprender a perceber
Dra. Tatiana Gontijo
Médica
Pós-graduação em Psiquiatria
4 anos atendendo saúde mental, no pronto-socorro, na clínica psiquiátrica e no consultório. Viu de perto o que acontece quando o terapeuta percebe um sinal no momento certo, e o que acontece quando ninguém percebe.
O manual foi construído para traduzir a farmacologia para a linguagem do setting terapêutico. Não para transformar a terapeuta em médica, mas para ampliar a lente clínica com que ela já lê o paciente.
Para terapeutas que querem integrar corpo, medicação e escuta clínica.
R$ 97
pagamento único
Quero o meu manualMaterial educativo. Não orienta dose, troca, retirada ou suspensão de medicação.
Perguntas frequentes
Isso não é muito técnico para uma terapeuta?
As fichas foram escritas para terapeutas, não para médicos. Linguagem clínica acessível, sem jargão desnecessário. Se você usa termos como "transferência" ou "regulação emocional" no dia a dia, vai ler as fichas sem dificuldade.
Posso sugerir ou comentar sobre medicação com base neste material?
Não, e o manual deixa isso explícito em cada ficha. Ele te ensina a observar, investigar e comunicar. Sugerir dose ou afirmar causas continua sendo papel do médico.
Cobre os remédios que os meus pacientes tomam?
Cobre as 24 medicações mais prescritas em saúde mental no Brasil, transtornos de humor, ansiedade, TDAH, psicose e sono.
Funciona para qualquer abordagem terapêutica?
Sim. O manual é sobre observação clínica e reconhecimento de padrões, não sobre técnica terapêutica.